Memórias de Célia Guimarães Santana - Documentário.
- ubtnacional1966
- 25 de out. de 2024
- 2 min de leitura

O Centro Dia para Idosos Meu Canto Conviver, em Sete Lagoas, prepara uma homenagem especial para a trovadora Célia Guimarães Santana. No próximo domingo (27), o espaço lança o documentário “Memórias de Célia Guimarães Santana”, que retrata a trajetória da escritora e sua importância para a cultura local.
A iniciativa, viabilizada pela Lei Paulo Gustavo, surge a partir do lançamento do livro “Vida em Poesias”, do escritor Gabriel Eugênio de Sales, primo de Célia. O documentário não apenas celebra a obra da poetisa, mas também aborda a importância da participação social de pessoas com Alzheimer, como a própria Célia, que utilizou a escrita como ferramenta para lidar com a doença.
“É a consolidação de uma expressão necessária à cultura do povo setelagoano. Célia Guimarães faz parte da alma de nossa gente” , afirma Cintia Oliveira, produtora e terapeuta responsável do Meu Canto Conviver.
Com direção artística de Paulinho do Boi e roteiro de Gabriel Eugênio, o documentário contará com a participação de diversos profissionais da área audiovisual. Após o lançamento, o filme seguirá em turnê por escolas públicas de Sete Lagoas e estará disponível em plataformas digitais.
Serviço:
Lançamento do documentário Vida em Poesias
Data: 27 de outubro de 2024
Horário: 9h30
Local: Centro Dia para Idosos Meu Canto Conviver
Informações: (31) 9 9495 65 38
Publicado originalmente em: https://setelagoas.com.br/agenda/eventos-culturais/221213-sete-lagoas-celebra-a-vida-e-obra-da-poetisa-celia-guimaraes-santana-em-documentario/
Célia nasceu em Santana de Pirapama/MG, no dia 02 de fevereiro de 1936. Casou-se com Celso Esteves Santana. Ingressou na UBT (União Brasileira de Trovadores) em 1969. Radicada desde sempre em Sete Lagoas-MG
Abaixo algumas trovas de sua autoria.
Saudade é tão atrevida,
que não perde uma viagem.
Vai perto de mim na ida,
na volta vem na bagagem!
Eu não me canso de olhar
tua foto desbotada.
Não preenche o teu lugar,
mas... sonhar não custa nada!
Toda trova tem no rastro
uma lembrança, um sinal:
- se morreu Gilson de Castro...
Luiz Otávio é imortal!
Quando contemplo a cadeira
do papai, que está sozinha,
peço a Deus que eu seja herdeira
da bondade que ele tinha.
Por este Brasil afora
eu tenho irmãos, meus senhores,
que até mamãe ignora.
... São meus irmãos trovadores!...
Com versos ganho amizade.
Da solidão sou isenta...
Pois a trova, na verdade,
é qual pão que me sustenta!
👏🏻👏🏻
Célia Guimarães Santana, suas trovas s Poesias.. Legado memorável. Orgulho para a nossa cidade.